Vinte e cinco municípios do semiárido baiano participaram do I Seminário Estadual de Educação, Segurança Alimentar e Nutricional, realizado dias 28 e 29 de abril, em Salvador, pelo Centro de Assessoria do Assuruá (CAA), Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes) e ministérios da Pesca e Aqüicultura (MDS) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).
O evento reuniu especialistas, estudantes, representantes de entidades da sociedade civil e do poder público, discutindo os cenários e alternativas para a superação de alarmantes índices sociais, que colocam a Bahia como um dos estados com maior grau de insegurança alimentar. Segundo o IBGE, o problema afeta mais da metade dos lares baianos (50,2%), número superior à média nacional, que é de 32,8%.
“Este evento representou um avanço muito grande. Trouxemos à tona essa problemática, alertando as autoridades locais para a necessidade de solução deste quadro. Somos a sexta economia do país, mas ainda enfrentamos várias desigualdades sociais”, ponderou Mário Augusto Jacó, coordenador executivo do CAA. Representantes governamentais destacaram a iniciativa das organizações sociais no sentido de fomentar as discussões sobre o assunto e a capacidade das mesmas na execução de políticas públicas. “A sociedade civil tem acúmulos importantes em várias ações de combate à insegurança alimentar”, ressaltou Ana Torquato, superintendente da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes).
O evento reuniu especialistas, estudantes, representantes de entidades da sociedade civil e do poder público, discutindo os cenários e alternativas para a superação de alarmantes índices sociais, que colocam a Bahia como um dos estados com maior grau de insegurança alimentar. Segundo o IBGE, o problema afeta mais da metade dos lares baianos (50,2%), número superior à média nacional, que é de 32,8%.
“Este evento representou um avanço muito grande. Trouxemos à tona essa problemática, alertando as autoridades locais para a necessidade de solução deste quadro. Somos a sexta economia do país, mas ainda enfrentamos várias desigualdades sociais”, ponderou Mário Augusto Jacó, coordenador executivo do CAA. Representantes governamentais destacaram a iniciativa das organizações sociais no sentido de fomentar as discussões sobre o assunto e a capacidade das mesmas na execução de políticas públicas. “A sociedade civil tem acúmulos importantes em várias ações de combate à insegurança alimentar”, ressaltou Ana Torquato, superintendente da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes).
Fortalecimento da agricultura familiar e ampliação da assistência técnica foi um dos temas discutidos no seminário. "É fundamental a participação do Estado não só do ponto de vista da regulação fundiária, mas, principalmente no apoio ao desenvolvimento agrícola, aos assentamentos, aos agricultores familiares. A assistência técnica entra como uma questão fundamental. Não só a assistência técnica, mas o crédito, a política de comercialização e a ação de assentamento de agricultores", disse o engenheiro agrônomo Marcelino Galo, ex-superintendente do Ministério da Pesca e Aqüicultura (MPA) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).
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