Num poema:
Sou um pouco de tudo, um pouco de nada, um pouco do certo e do absurdo, sou água de rio, sou fogo de palha, coração de terra, coco miúdo. Trago no meu corpo o mundo. No limite, sou você também. Sou poço sem fundo, sou espelho d'água. Me faço e desfaço pra seguir além. Sou o que a Terra dá, o que o vento sopra, o que brota a flor. Sou fruto sem sumo, sou terra molhada, eu nasci pro mundo e vou morrer no Amor.
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